
Mas que delícia é essa tal de liberdade, como é bom saber que suas alegrias e e suas derrotas e fracassos são sua responsabilidade.
Ser livre, ser independente, como demorou pra isso acontecer comigo.
E que sensação boa a de ser dona do próprio nariz!
Liberdade, independência, vida plena, leve, solta...
Amores, desamores, desilusões e uma porção de sonhos!
Viajar pelo mundo, culturas, pessoas.
Não ter medo dos erros, dar a cara a tapa.
Dizer eu não sei, não se importar de parecer tolo.
Dançar sem medo de ser feliz!
Saber dize eu errei, me perdoa e saber que isso não machuca, pelo contrário, tira peso do coração.
Viver sabendo que a vida é de eterno aprendizado.
Sofrer decepções para aprender a ser forte.
Saber quando falar e saber ouvir sempre.
Aproveitar o silêncio, o riso das crianças a sabedoria dos idosos.
Rir muito, rir de si mesmo, das situações patéticas que nos metemos.
Chorar, sofrer, porque também são sentimentos que fazem parte.
Amar e ser amado, nada melhor que um amor correspondido.
Fazer planos, desfazer planos, viver um dia de cada vez com tudo o que ele tem a oferecer.
Afinal como já diz a canção: é a vida e é bonita e é bonita....viver e não ter a vergonha de ser feliz!