
Coração inquieto, uma sede de vida, uma curiosidade do desconhecido.
Esperando por aquele momento em que as mãos vão tremer, a voz sairá trêmula e borboletas farão bagunça na barriga.
Esperando pelos telefonemas, conversas longas, sem vontade de dizer tchau.
Encontros, reencontros, beijos, abraços, juras de amor.
Briguinhas, ciúmes, fazer as pazes.
Tudo perfeitamente imperfeito
Sorriso bobo, amor, paixão.
Esperando...Esperando...Até quando?