'Não me prendo a nada que me defina. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser.' Clarice Lispector
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domingo, 27 de novembro de 2011

Está tudo assim, tão diferente...



Objetivos alcançados, sonhos não realizados, dias que passam cada vez mais rápido.
Maturidade, aprendizagem, descoberta de que crescer pode ser muito mais dolorido que se pensa.
Sair do estado de inércia, não aceitar as coisas como são, querer sempre mais.
Conhecer o mundo, novas pessoas, novo jeito de viver dias iguais.
Olhar para o passado, sentir o coração apertado por pessoas que ficaram por lá.
Seguir adiante, muitas vezes sozinha, com o coração chorando.
Sensação de que mesmo com tantas conquistas, falta algo.
Uma amor? uma paixão? provavelmente...
Viver o hoje, intensamente! Sem deixar que as más experiências do passado façam o coração esfriar.
Não temer pelo amanhã.
Esperança que o melhor estar por vir e que continuar olhando pra frente é preciso com determinação, coragem.
Não deixar ser vencida pela solidão.
Entender melhor que nada é por acaso e que o processo de aprendizado é contínuo.
Reclamar menos, viver mais.
Sonhar e realizar...
Na certeza que estou na melhor fase da minha vida e o que as vezes o que parece estar tão longe pode estar mais perto do que imagino, mesmo estando assim......tudo tão diferente!

terça-feira, 10 de maio de 2011

Até quando??


Coração inquieto, uma sede de vida, uma curiosidade do desconhecido.
Esperando por aquele momento em que as mãos vão tremer, a voz sairá trêmula e borboletas farão bagunça na barriga.
Esperando pelos telefonemas, conversas longas, sem vontade de dizer tchau.
Encontros, reencontros, beijos, abraços, juras de amor.
Briguinhas, ciúmes, fazer as pazes.
Tudo perfeitamente imperfeito
Sorriso bobo, amor, paixão.
Esperando...Esperando...Até quando?

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Paixões....



Costumo dizer que não tenho coração!
Já tive um, louco, que me deixava sempre nas situações mais indescritivéis.
Sabe aquela frase de que o coração tem razões que a própria razão desconhece?
Por não entender todas essas razões o declarei incapaz, incapaz de amar!
Não, não sou um mostro insensível, sou capaz de amar, mais agora todo esse amor está focalizado em um único tipo: amor próprio!
O único problema é que posso permitir não amar, mais não consegui impedir as paixões. Ah as paixões, milhões de suspiros. É uma nova a cada semana, desde as correspondidas, as platônicas, as proibidas....
Fico admirada com a minha capacidade de afetos temporários.
Fico empolgada, sorrindo a toa...
Dói mesmo, eu me apaixono mesmo, sou intensa mesmo, eu me ferro mesmo, às vezes eu ferro as pessoas mesmo.
Tudo é bom, tudo é vazio, tudo é bom de novo.
Viver é um absurdo e não dá pra passar por isso tão ileso...