'Não me prendo a nada que me defina. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser.' Clarice Lispector

terça-feira, 22 de março de 2011

Essa tal liberdade....


Mas que delícia é essa tal de liberdade, como é bom saber que suas alegrias e e suas derrotas e fracassos são sua responsabilidade.
Ser livre, ser independente, como demorou pra isso acontecer comigo.
E que sensação boa a de ser dona do próprio nariz!
Liberdade, independência, vida plena, leve, solta...
Amores, desamores, desilusões e uma porção de sonhos!
Viajar pelo mundo, culturas, pessoas.
Não ter medo dos erros, dar a cara a tapa.
Dizer eu não sei, não se importar de parecer tolo.
Dançar sem medo de ser feliz!
Saber dize eu errei, me perdoa e saber que isso não machuca, pelo contrário, tira peso do coração.
Viver sabendo que a vida é de eterno aprendizado.
Sofrer decepções para aprender a ser forte.
Saber quando falar e saber ouvir sempre.
Aproveitar o silêncio, o riso das crianças a sabedoria dos idosos.
Rir muito, rir de si mesmo, das situações patéticas que nos metemos.
Chorar, sofrer, porque também são sentimentos que fazem parte.
Amar e ser amado, nada melhor que um amor correspondido.
Fazer planos, desfazer planos, viver um dia de cada vez com tudo o que ele tem a oferecer.
Afinal como já diz a canção: é a vida e é bonita e é bonita....viver e não ter a vergonha de ser feliz!

3 comentários:

Atitude: substantivo feminino. disse...

Ahhhh adoro esse grito de liberdade!!!

░<«¿♥*Vivi*♥¿»> ░ disse...

]oie flor, que sds do seu blog rsrsr.. é todas essas etapas são imprecindiveis pra a nossa evolução, para o nosso desenvolvimento, mas temos que convir que algumas são bem dificeis de superar neh... mas CONCORDO no final tudo fica bem... nas nossas dores que nos fortalecemos e nas nossas alegrias que fazemos valer toda essa força.........


é isso ai "CAMINHANDO E CANTANDO E SEGUINDO A CANÇÃO". E QUE A CANCÇÃO NOS LEVE PARA ONDE FOR MELHOR, PARA ONDE NOS FAÇA FELIZ,,,,[


BJUS FLORZINHA

Bandys disse...

Fabi,
A liberdade é a essencia da vida.

Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapão.
Eles não têm pouso nem porto;
alimentam-se um instante em cada
par de mãos e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias, no maravilhado espanto de saberes que o alimento deles já estava em ti...Mário Quintana

Viva e seja feliz.

Beijos